PREVENCIÓN Y MANEJO DEL SÍNDROME DE REALIMENTACIÓN EN UNA UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS DE SÃO PAULO – SP
DOI:
https://doi.org/10.24933/rep.v9i1.343Palabras clave:
Refeeding Syndrome, Intensive Care Unit, Disease preventionResumen
El Síndrome de Realimentación (SR) se caracteriza por cambios sistémicos, deterioro del metabolismo de la glucosa y reducción de los niveles séricos de electrolitos y tiamina tras la reintroducción del soporte nutricional, siendo los principales grupos de riesgo los pacientes con antecedentes de desnutrición, adicciones y/o largos periodos de ayuno. Objetivo: Identificar cómo se implementan las medidas de prevención y manejo del SR en pacientes en una Unidad de Cuidados Intensivos y observar si se ajustan al consenso ASPEN de 2020. Metodología: Estudio longitudinal prospectivo, con datos de las historias clínicas de 20 pacientes adultos ingresados en la UCI, con riesgo moderado/alto de desarrollar SR y tratamiento dietético prescrito por cualquier vía. La comparación entre criterios de riesgo/depleción electrolítica y suplementación con tiamina o reemplazos intravenosos fue compilada para análisis estadístico considerando una significancia del 5% y el reporte de las conductas respecto a RS fueron presentadas de forma descriptiva. Resultados y discusión: no hubo asociación significativa entre la suplementación con tiamina y los criterios de riesgo analizados, ni entre la depleción de magnesio y la reposición intravenosa. Ambos hallazgos contradicen lo recomendado en la literatura. Se repuso potasio en la mayoría de los pacientes y el equipo de nutrición monitoreó diariamente a los pacientes, excepto el peso, con progresión lenta de los nutrientes, corroborando las recomendaciones de ASPEN. Conclusión: el seguimiento diario de exámenes, la reposición de potasio ante depleción y la progresión lenta fueron acciones preventivas observadas, sin embargo, la no reposición de fósforo y tiamina ante depleción/riesgo es contraria a las recomendaciones.
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Citas
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